CARPE DIEM

segunda-feira, 15 de junho de 2020

MÚSICA CATIRA DO PASSARINHO

👉Acesse o Link: https://soundcloud.com/hernany-lisardo/catiradopassarinho 👍



Catira do Passarinho (Domínio Público)
Arranjos: Hernany Lisardo 
Produção e Masterização: Hugo Silva
Participação: Canto Coral Vozes do Tijuco Esmeraldas/MG
Edição: Estúdio REC Gerais/ Betim
Dezembro de 2018
Cifra: Principal (viola caipira)
Tom: E
Afinação: Cebolão em E
E
No pé da laranjeira
Tem um ninho de barro
Pode ser do João
B                      E
João-de-Barro
Pode ser do João
B             E
João-de-Barro
E
Sabiá laranjeira
Tem o peito dourado
Voa, canta canção
B                  E
Pros namorados
Voa, canta canção
B                    E
Pros namorados
B                       E
Queria ser passarinho
B                                E
Pra poder olhar pra baixo
A                           E
Ver tudo pequenininho
B                           E
Casa, cavalo e riacho.
CONHEÇA A HISTÓRIA DA CATIRA! 
Catira
Catira ou cateretê é uma dança do folclore brasileiro, em que o ritmo musical é marcado pela batida dos pés e mãos dos dançarinos.
De origem híbrida, com influências indígenas, africanas e europeias, a catira (ou "o catira") tem suas raízes em Goiás, norte de Minas e interior de São Paulo. A coreografia é executada, na maioria das vezes, por homens (boiadeiros e lavradores) e pode ser formada por seis a dez componentes e mais uma dupla de violeiros, que tocam e cantam a moda.
É uma dança típica do interior do Brasil, principalmente na área de influência da cultura caipira (São Paulo, norte do Paraná, Minas Gerais, Goiás e partes do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul).
A coreografia da catira é quase sempre fixa, havendo poucas variações de uma região para outra. Normalmente é apresentada com dois violeiros e dez dançadores.

Origem
A Catira tem sua origem muito discutida. Alguns dizem que veio da África junto com os negros, outros acham que é de origem espanhola, enquanto estudiosos afirmam que é uma mistura com origens africana, espanhola e também portuguesa – já que a viola se originou em Portugal, de onde nos foi trazida pelos jesuítas. A Catira pode também ser chamada de Cateretê. Diversos autores nos contam que a catira (ou cateretê) no Brasil, é conhecida desde os tempos coloniais e que o Padre José de Anchieta, entre os anos de 1563 e 1597, a incluiu nas festas de São Gonçalo, de São João e de Nossa Senhora da Conceição, da qual era devoto. Teria Anchieta composto versos em seu ritmo, considerando-a própria para tais festejos, já quer era dançada somente por homens, fato que se observa, ainda hoje, em grande parte do país. Atualmente, é dançada também por homens e mulheres ou só por mulheres. Catira ou Cateretê é uma dança genuinamente brasileira.

Evolução
A Catira, em algumas regiões, é executada exclusivamente por homens, organizados em duas fileiras opostas. Na extremidade de cada uma delas fica o violeiro que tem à sua frente a sua “segunda”, isto é, outro violeiro ou cantador que o acompanha na cantoria, entoando uma terça abaixo ou acima. O início é dado pelo violeiro que toca o “rasqueado”, toques rítmicos específicos, para os dançarinos fazerem a “escova”, bate-pé, bate-mão, pulos. Prossegue com os cantadores iniciando uma moda viola, com temática variada em estilo narrativo, conforme padrão deste gênero musical autônomo. Os músicos interrompem a cantoria e repetem o rasqueado. Os dançarinos reproduzem o bate-pé, bate-mão e os pulos. Vão alternando a moda e as batidas de pé e mão. O tempo da cantoria é o descanso dos dançarinos, que aguardam a volta do rasqueado.
Acabada a moda, os catireiros fazem uma roda e giram batendo os pés alternados com as mãos: é a figuração da “serra abaixo”, terminando com os dançarinos nos seus lugares iniciais. O Catira encerra com Recortado: as fileiras, encabeçadas pelos músicos, trocam de lugar, fazem meia-volta e retornam ao ponto inicial. Nesse momento, todos cantam uma canção, o “levante”, que varia de grupo para grupo. No encerramento do Recortado os catireiros repetem as batidas de pés, mãos e pulos.
Atualmente, em algumas localidades, mulheres estão participando da catira. 



LIVE EM CASA: CANTE UM CONTO!

Olá! A live desta terça, 16/06/2020
Cante um Conto é um projeto de contação de histórias que através da arte de narrar e cantar também valoriza nosso folclore. Muito mais que distração, a live também será uma atividade fundamental para transmitir conhecimentos e aguçar a curiosidade e a imaginação das crianças. , é especial para as crianças!!!
Para assistir é só clicar no link abaixo às 18h. Ou, se preferir, assista também aqui no Facebook!
Marque nos comentários aquele amigo que está procurando uma atividade pra suas crianças nessa quarentena!😉

quarta-feira, 1 de abril de 2020

WORKSHOP NA CASA DA CULTURA: “Histórias e folguedos nas escolas-Ferramentas para ludicidade”.

PROGRAMAÇÃO DE MARÇO:

O bate-papo, insere-se nas discussões acerca da ludicidade como elemento fundamental para a aprendizagem escolar das crianças, por tomar como pressuposto que a brincadeira e as atividades lúdicas são elementos inerentes ao universo infantil e que podem tornar o processo ensino-aprendizagem mais prazeroso.


quinta-feira, 12 de março de 2020

WORKSHOP: O TREM DA HISTÓRIA


Uma das variações regionais mais conhecidas e famosas por suas peculiaridades é o “dialeto mineiro”. Embora possua um ritmo mais tranquilo (que lembra um pouco a melodia dos dialetos nordestinos), é uma das variações mais rápidas do país, graças a sua característica de emenda de palavras e de omissão das sílabas finais. (Usando uma famosa brincadeira com os mineiros como exemplo, “onde que eu estou?”, soaria como algo parecido com “o’ queu ´tô?”). 
O Termo muito utilizado no vocabulário ou dialeto mineiro é: "trem" e Sugere: Coisa.O debate em questão diz respeito ao termo “trem”. Enquanto o restante do país usa o termo para se referir ao comboio ferroviário, os mineiros o usam para se referir a qualquer coisa, ou seja, os mineiros o usam como sinônimo de “coisa”. Seu uso pode ser ilustrado pela seguinte situação:
 Um casal de mineiros de mudança está esperando o trem na estação com todas as suas malas. Ao avistar o trem, o marido fala: “Mulher, pega os trem que a coisa está chegando” (assim mesmo, sem plural).  Em Minas Gerais o trem serve até de mote para uma boa história. Com a licença poética e a subjetividade em sua melhor forma, o trem da história nada mais é do que o movimento das manifestações populares que nunca saíram dos trilhos. Cada indivíduo ao entrar no vagão da vida, torna-se um sujeito histórico.
Através da subjetividade, os sujeitos de suas ações se autoproduzem em processos coletivos de natureza econômica, política e cultural na convivência livre com os demais sujeitos sociais.Este sujeito histórico não é algo separado, que interage com a realidade, mas é parte integrante desse meio social e histórico que atua. A educação cumpre esse papel ao contemplar os educandos com os instrumentos que lhes são indispensáveis e pertinentes através do ensino/aprendizagem, possibilitando que todos os sujeitos históricos se apropriem desses meios através da preparação para o trabalho, ingresso e participação crítica na vida social e política identificada em seu movimento histórico, articulada às vontades de todos os outros cidadãos reunidos no mesmo espaço e tempo social.O alicerce ético da humanidade se ajusta no reconhecimento de si mesmo como sujeito (individualidade), na liberdade e na autonomia e se constrói quando o ser humano incorpora estes valores.




BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL (BETIM/MG)


CRECHE CONCEIÇÃO MARIA GUILHERMINA BETIM/MG 2020






ESCOLA ESTADUAL MILTON AMARAL 2019