CARPE DIEM

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

PROJETO CULTURAL DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS EM SUA NOVA VERSÃO

Cante um conto! Contemplado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura Noemi Gontijo.

A artista Lúcia Bento, tem projeto contemplado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura Noemi Gontijo e levará muita contação de histórias, música e dança para escolas das regionais de Betim. Lucia conta com o apoio dos arte educadores Girlaine Tsade e Hernany Lisardo. A estimativa é que possamos atender em torno de cinco mil crianças!


segunda-feira, 8 de abril de 2019

DINÂMICAS EM GRUPO: Aprenda divertindo!

Se você está pesquisando as melhores dinâmicas, você veio ao lugar certo!

 Ao escolher as dinâmicas para esse espaço lúdico, refleti sobre os atributos do jovem e de como podemos trabalhar seus pontos fortes na medida em que os fazemos refletir para evoluir. O mais incrível é que estas dinâmicas podem ser utilizadas para as demais faixas etárias... No dia a dia das empresas, escolas, espaço cultural e holístico; existem muitas ferramentas de gestão que ajudam na liderança e na motivação das pessoas. Entre elas estão às dinâmicas rápidas, recursos que ajudam os profissionais de RH e os líderes no gerenciamento das equipes. Na prática, estes exercícios, entre muitos benefícios, ajudam a desenvolver nos colaboradores habilidades-chave, como incentivam sua motivação, produtividade, ajudam a melhorar a comunicação e o relacionamento interpessoal, o foco, engajamento e o trabalho em equipe. 

  Sete dinâmicas lúdicas: Seguem então as sete melhores dinâmicas para jovens e senior’s que conheço cada uma para vencer um desafio, mas também para gerar ótimos momentos com sua comunidade:

  1. Dinâmicas para jovens: A impulsividade e o erro Idade ideal: à partir de 12 anos. O maior desafio do jovem é entender que as consequências de seus atos ficaram gravadas em sua história, assim como a dinâmica da impulsividade e o erro. Quanto mais cedo eles puderam entender que isso poderá refletir em toda sua trajetória, melhor será sua vida. Lembrando que depois da vivência o “mediador” poderá aproveitar o grupo em circulo para trabalhar a escuta de cada participante e intervir e pontuar quando necessário, sem perder o foco da dinâmica que nos faz refletir sobre dissolver o passado repleto de atitudes que certamente nos condenam. Aprender com os erros e não repeti-los. Preparar-se para o momento presente repleto de desafios...


Recursos da dinâmica a impulsividade e o erro:

Folhas de sulfite ou papel A4 Giz de cera ou lápis de cor

Execução da dinâmica a impulsividade e o erro:


• Peça para que os jovens se sentem em forma de círculo. 
 • Dê uma folha de papel a cada participante e ponha bastante giz de cera para que eles possam usar 
 • Depois de entregar as folhas a cada um deles, peça que peguem giz de cera da cor que desejarem e risquem ou escrevam o que quiserem na folha, eles terão 20 segundos para fazer isso, após passar esse tempo. 
 • Em seguida peça para que amassem bastante a folha. 
 • Depois que todos amassarem bem cada um a sua folha, diga-lhes que agora devem desamassar a folha e limpar tudo que riscaram ou escreveram, deixando a folha igual como era antes. O fato principal da dinâmica “a impulsividade e o erro” é que os jovens entendam que existem situações onde não se pode voltar atrás, por isso devemos primeiro, pensar em nossas atitudes.

 2. Dinâmicas para motivação: Quem eu sou faz a diferença 

O objetivo da dinâmica quem eu sou faz a diferença visa tratar o auto conhecimento, melhora da auto-estima, promover entrosamento e laços afetivos do grupo.


Recursos para a dinâmica quem eu sou faz a diferença:

• Plaquinhas ou fitas com a frase: “Quem eu sou faz a diferença” e a história – Quem eu sou faz a diferença.
Execução da dinâmica quem eu sou faz a diferença: O  facilitador ou mediador explica ao grupo que fará um exercício onde serão enfatizadas as qualidades individuais.
• O facilitador inicia dizendo que irá contar uma história motivadora 
• Após ter contado a história perguntar ao grupo: 1. O que entenderam da história?

2. Costumam reconhecer o valor de si próprios e das pessoas de seu convívio?

3. Acham que é importante reconhecer as qualidades em si próprios e nos outros?

• O facilitador conclui com o grupo que geralmente focamos, primordialmente, em nossos defeitos e nos dos outros. E raramente percebemos nossas qualidades e potenciais 
• Cada um é um ser único com suas qualidades e dificuldades, mas é isso que faz com que cada um faça a diferença. 
• Ao final do texto, peça para que cada participante entregue a plaquinha a um colega que admire. Tratar o relacionamento e a auto-estima dos participantes garante uma melhora e uma motivação maior.

  3. Vivência: A caminha da confiança



A caminhada de confiança mostra aos participantes a importância da responsabilidade. É ideal para idades à partir dos 12 anos. Essa atividade também mostra o porquê devemos ser responsáveis, trabalhando a confiança uns com os outros. É uma ótima vivência para ambientes de trabalho que estão enfrentando problemas de afinidades, competitividade desleal e intrigas. Recursos para a dinâmica caminhada de confiança vendas de TNT, ou pano que tape toda visão. 

  Execução da dinâmica caminhada de confiança

 1. divida a sala ou espaço todo em dupla 
2. entregue uma venda para cada dupla 
3. os participantes devem decidir qual deles usar a primeiro a venda 
4. o colega que está vendado deve ser conduzido pelo seu par 
5. o mediador ou condutor da dinâmica pode colocar alguns obstáculos para que os alunos atravesse um degrau de papelão, um desenho de fita crepe, um barbante para passar por baixo, utilizar de sons de efeitos para provocar sensações (Trovões e chuva, mar, transito caótico...) 
6. quando todos os obstáculos forem alcançados o participante vendado deve então ser o novo condutor auxiliando o colega durante o retorno do caminho. É legal, após realizar a dinâmica da caminhada de confiança, pedir para que os participantes relatem a experiência, pode ser escrita falada ou desenhada.

  4. Dinâmica: A árvore do conhecimento

 A dinâmica da árvore do conhecimento pode ser realizada com participantes de todas as faixas etárias... Outra dica legal é que o que o mediador realize sempre esta dinâmica já que dentro das bexigas podem ser colocadas perguntas referentes: a todo tipo de conhecimento e assuntos que podem ser discutidos de forma lúdica e sem cobranças...Também pode ser útil às aulas aplicadas ou palestras dadas. A dinâmica da árvore do conhecimento é excelente para realizar revisão da matéria de forma divertida antes da semana de prova. Recursos para a dinâmica da árvore do conhecimento: Uma árvore (pode ser desenhada em papel pardo) bexigas e papéis com perguntas.

 Etapas da dinâmica da árvore do conhecimento:

1. de maneira aleatória sorteie os participantes para estourar uma bexiga

2. dentro de cada bexiga deve haver uma pergunta referente a matéria ou assunto estudado.

3. caso o participante não saiba poderá pedir ajuda aos colegas 

4. para ficar mais divertido e competitivo o mediador pode separar prendas para os alunos um bombom para o aluno que não pedir ajuda, uma bala para o aluno que não conseguiu responder sozinho e assim por diante. É sempre bom reforçar à sala ou participantes que a intenção da brincadeira é aprender juntos de maneira divertida e descontraída. 

  5. Dinâmica da Ilha Deserta



Imagine que você foi parar numa ilha deserta! Quem do seu trabalho gostaria que estivesse com você desbravando este lugar novo e desconhecido? 

O objetivo desta dinâmica rápida de grupo, que parece bem simples à primeira vista, é mais do que saber quem são os seus amigos na empresa (Ou em outras situações), mas verificar como está qualidade dos relacionamentos interpessoais dentro da equipe e, como os colegas enxergam uns aos outros em seu dia a dia. Por isso mesmo, esta atividade é uma ferramenta importante para avaliar a situação atual do clima no ambiente de trabalho e definir estratégias mais efetivas para unir o grupo, dirimir conflitos e criar maior empatia, sinergia e intercolaboração entre os seus membros. 

  Como realizar – para realizar este exercício você precisará de lápis, folhas de papel em branco e envelopes. Dentro de cada um, deverá ser colocado um breve questionário com as seguintes perguntas: 
• Se você estivesse perdido numa ilha, quem do grupo gostaria que estivesse com você lá?
• Se tivesse que organizar um evento ou uma festa importante, qual dos seus colegas gostaria que te ajudasse nesta empreitada? 
• Se ganhasse uma viagem de cruzeiro com três acompanhantes, quem seriam as três pessoas deste grupo que você escolheria para ir contigo?

A Dinâmica – reúna o grupo e distribua os envelopes com as questões para cada um responder individualmente e de preferência, sem que o colega veja o que escreveu. Para que todos se sintam confortáveis, explique que não é necessário assinar as respostas e ressalte também que os participantes da dinâmica podem responder o que quiser, pois as respostas são confidenciais. Em seguida, recolha todos os envelopes com as respostas e some os resultados individuais de cada um dos profissionais que participaram do exercício. Depois, além de dar os feedbacks, em particular, para cada um sobre a sua qualificação na dinâmica da ilha deserta, os resultados devem ser utilizados pela organização para promover ações de melhoria continua nas relações interpessoais e na comunicação da equipe.

  6. Dinâmica da Ilha do Tesouro



Como diz o ditado – a união faz a força! Por isso, quanto mais os profissionais de um mesmo grupo estiverem com sua motivação e engajamento em alta, focados, vestindo a camisa da empresa e com seus objetivos e metas bem alinhados, melhores e mais positivos serão os resultados do negócio também. 

 A Dinâmica da Ilha do Tesouro envolve estratégia e intercolaboração, elementos essenciais a que os profissionais, no dia a dia, consigam realizar suas tarefas e atingir seus alvos com sucesso. 

 Como realizar – para este exercício você precisará de uma caixinha de chocolates e algumas folhas de jornal. Forme duplas com os participantes. Pegue uma folha de jornal, abra e coloque-a numa das extremidades da sala, com a caixinha de bombons por cima da página. Na outra ponta, faça o mesmo com o resto do jornal e coloque uma folha para cada dupla. 

O objetivo é chegar ao outro lado da ilha e conquistar o tesouro: os chocolates. 

A Dinâmica – cada par deve ficar em cima da sua folha de jornal e usá-la como ferramenta para chegar até o seu objetivo. Não pode rasgar o papel, nem colocar os pés no chão. Portanto, podem se mover apenas por meio do jornal. Caso alguém toque no piso de propósito será eliminado da prova. Um grande e divertido desafio. Mas como vencer e ganhar os doces? Eis o xis da questão, pois só é possível chegar ao outro lado da ilha, se as duplas se unirem para vencer o desafio. Ou seja, se subirem no mesmo jornal e forem alternando as suas folhas, de passo em passo, até chegar à outra extremidade. 

Caso dois grupos cheguem ao mesmo tempo até o delicioso tesouro, os chocolates devem ser divididos entre eles. Se nenhuma dos pares entender a lógica da brincadeira, dentro do tempo da dinâmica, finalize o exercício e mostre como devem fazer para ganhar o prêmio. 

Ao final, reúna as pessoas em seus lugares, peça feedbacks sobre os seus aprendizados e ressalte a importância do trabalho em equipe e da colaboração de todos para se atingir os resultados esperados com mais inteligência, rapidez e sucesso. 

 7. Dinâmica das Mãos Dadas





Esta dinâmica tem como objetivo central estimular a liderança informal e situacional entre os profissionais e ressaltar o valor do trabalho em equipe. 

É uma forma lúdica de incorporar reflexões e mostrar como juntos, os profissionais podem construir resultados muito mais sólidos e extraordinários. 

  Como realizar – para realizar você vai precisar de uma cartolina colorida. Em seguida, reúna as pessoas, peça que todos façam um círculo, deem suas mãos e busquem memorizar o colega que está do lado direito e do lado esquerdo. Na sequência, peça aos participantes que soltem as mãos e se movimentem tranquilamente pela sala. Alguns segundos depois; coloque a cartolina colorida no chão, de preferência no centro da sala. 

O próximo passo é pedir para que todos os participantes se posicionem em cima dela e mesmo apertados, que tentem ao máximo ficar sobre o papel. Agora, peça que todos tentem lembrar quem eram os seus colegas, da direita e da esquerda e, sem sair de cima da cartolina, que todos tentem dar as mãos para eles e refazer a roda original. 

Ao realizar a tarefa, todos terão vencido e aprendido uma importante lição: que juntos são mais fortes e podem sempre mais quando conseguem unir suas competências e trabalhar em equipe. E aí, gostou das dinâmicas rápidas? Todas elas são propostas interessantes, que trazem aprendizados positivos e que podem verdadeiramente potencializar o desenvolvimento dos seus profissionais de forma rápida e efetiva. No dia a dia são essenciais, pois ressaltam e valorizam o sentimento de grupo. Portanto, pode contar com ferramentas de gestão como estas faz realmente muita diferença na rotina do líder que deseja crescer, uma vez que sempre precisa se reinventar, estar atento ao que acontece ao seu redor e trazer formas novas de desenvolver, motivar, engajar, corrigir e unir sua equipe. Aproveite as dicas, aplique as dinâmicas e potencialize os seus resultados! 

Pesquisas apontam também que as dinâmicas de grupo ajudam a melhorar o processo de socialização entre os membros da empresa e também que elas potencializam o aprendizado dos profissionais neste ambiente. Neste sentido, segundo Vygotsky (2006), este método é muito importante para promover a aprendizagem participativa, que é quando, em conjunto, as pessoas colaboram mutuamente para o progresso umas das outras. 

 Pesquisa: 

MÚSICA. LISARDO, Hernany. Música [e] inclusão social: construindo novos paradigmas. Betim: FUNARBE,. 2009. 102 p.

 VYGOTSKY, L.S.; LURIA, A.R.; LEONTIEV, A.N. Linguagem, Desenvolvimento e Aprendizagem. 10ª ed. São Paulo: Ícone, 2006.

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terça-feira, 26 de março de 2019

YOU TUBE: CATIRA DO PASSARINHO (Domínio Público)

CATIRA DO PASSARINHO

Dica do dia: sabe o que é catira?


https://youtu.be/waFpU0XbKho

Catira ou cateretê:  É uma dança do folclore brasileiro, em que o ritmo musical é marcado pela batida dos pés e mãos dos dançarinos. De origem híbrida, com influências indígenas, africanas e europeias, a catira (ou "o catira") tem suas raízes em Goiás, Minas Gerais e interior de São Paulo. 

A coreografia é executada, na maioria das vezes, por homens (boiadeiros e lavradores) e pode ser formada por seis a dez componentes e mais uma dupla de violeiros, que tocam e cantam a moda. É uma dança típica do interior do Brasil, principalmente na área de influência da cultura caipira (São Paulo, norte do Paraná, Minas Gerais, Goiás e partes do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul). 

A coreografia da catira é quase sempre fixa, havendo poucas variações de uma região para outra. Normalmente é apresentada com dois violeiros e dez dançadores. 

  ORIGEM A Catira tem sua origem muito discutida. Alguns dizem que veio da África junto com os negros, outros acham que é de origem espanhola, enquanto estudiosos afirmam que é uma mistura com origens africana, espanhola e também portuguesa – já que a viola se originou em Portugal, de onde nos foi trazida pelos jesuítas. A Catira pode também ser chamada de Cateretê.

 Diversos autores nos contam que a catira (ou cateretê) no Brasil, é conhecida desde os tempos coloniais e que o Padre José de Anchieta, entre os anos de 1563 e 1597, a incluiu nas festas de São Gonçalo, de São João e de Nossa Senhora da Conceição, da qual era devoto. Teria Anchieta composto versos em seu ritmo, considerando-a própria para tais festejos, já quer era dançada somente por homens, fato que se observa, ainda hoje, em grande parte do país. Atualmente, é dançada também por homens e mulheres ou só por mulheres. Catira ou Cateretê é uma dança genuinamente brasileira. 

  EVOLUÇÃO A Catira, em algumas regiões, é executada exclusivamente por homens, organizados em duas fileiras opostas. Na extremidade de cada uma delas fica o violeiro que tem à sua frente a sua “segunda”, isto é, outro violeiro ou cantador que o acompanha na cantoria, entoando uma terça abaixo ou acima. O início é dado pelo violeiro que toca o “rasqueado”, toques rítmicos específicos, para os dançarinos fazerem a “escova”, bate-pé, bate-mão, pulos. Prossegue com os cantadores iniciando uma moda viola, com temática variada em estilo narrativo, conforme padrão deste gênero musical autônomo. 

Os músicos interrompem a cantoria e repetem o rasqueado. Os dançarinos reproduzem o bate-pé, bate-mão e os pulos. Vão alternando a moda e as batidas de pé e mão. O tempo da cantoria é o descanso dos dançarinos, que aguardam a volta do rasqueado. Acabada a moda, os catireiros fazem uma roda e giram batendo os pés alternados com as mãos: é a figuração da “serra abaixo”, terminando com os dançarinos nos seus lugares iniciais. O Catira encerra com Recortado: as fileiras, encabeçadas pelos músicos, trocam de lugar, fazem meia-volta e retornam ao ponto inicial. Nesse momento, todos cantam uma canção, o “levante”, que varia de grupo para grupo. No encerramento do Recortado os catireiros repetem as batidas de pés, mãos e pulos. 

A presença da viola:

Minas Gerais reconhece as violas como "Patrimônio",ou seja, o Registro dos Saberes, Linguagens e Expressões Musicais da Viola em Minas Gerais como patrimônio cultural imaterial. A preservação desses elementos tem grande importância pelos seus valores históricos, socioculturais e identitário para o Estado. O reconhecimento possibilita preservar, valorizar e compreender o universo das violas.

 Ouça no soundcloud: 





SUGESTÕES DE ATIVIDADES Dados da Aula O que o aluno poderá aprender com esta aula


• Conhecer e experimentar os passos básicos da Catira, dança que se manifesta nas regiões sudeste e centro-oeste. Descobrir, por meio da dança, novas formas de conhecer e reconhecer os limites e possibilidades do seu corpo.

 • Coordenar diferentes movimentos com os braços e com as pernas.

 • Experimentar e compartilhar com seus colegas os movimentos, a música e os ritmos presentes na dança. 

  Duração das atividades: 2 aulas de 50 minutos – Total: 100 minutos. 
 Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno: Não é necessário nenhum conhecimento prévio para que o aluno possa desenvolver a aula. 

  Estratégias e recursos da aula Atividade 1: Conhecendo os ritmos e os passos da catira. 

 Duração: aproximadamente 30 minutos. 

 Recursos: Músicas e Vídeos de Catira. Projetor de Vídeo

  Sugestões: Música: Batuque de Viola – Chico Lobo http://www.youtube.com/watch?v=Hh5PFjz6CQI (Acessado em 11/05/2010) 

  Vídeos: http://www.youtube.com/watch?v=6MHJ3zU3HyY (Acessado em 11/05/2010) http://www.youtube.com/watch?v=4JbGOqMqXAQ (Acessado em 11/05/2010) 

 Descrição: Como proposta inicial, o(a) professor(a) irá relatar brevemente a história da catira para os(as) alunos(as), contextualizando a temática na aula. 

Neste momento, faça indagações aos alunos a respeito da dança, tais como: 
Qual aluno(a) já praticou ou pratica algum tipo de dança que tenha o sapateado como passo principal? Onde? Com quem? 

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=20172 

  História da Catira: http://www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br/catira.htm (Acessado em 11/05/2010) Em seguida, reproduza os vídeos acima. 

Neste momento, o(a) professor(a) destacará o ritmo da música e as principais características da dança: Palmeado e o Sapateado. Após a exibição dos vídeos, os(as) alunos experimentarão os sapateados e os movimentos da catira da maneira como desejarem. Esta é uma proposta para que o professor(a) avalie o nível de conhecimento dos(as) alunos(as), possibilitando ao professor observar aspectos que deverão ser trabalhados na próxima atividade. 

  Atividade 2: Aprendendo os Passos da Catira Recursos: Músicas de Catira Duração: aproximadamente 25 minutos Descrição: Nesta atividade, faça uma roda com os(as) alunos(as) e coloque a música “Batuque de Viola” demonstrada na atividade 1. Inicie com uma roda e acompanhe a música, batendo palmas e pés, pedindo para que os(as) alunos(as) façam o mesmo movimento. No primeiro momento da música, faça palmeados e sapateados mais lentos: Palmeados (3 Batidas) e Sapateados (3 Batidas), acompanhando o ritmo da música. Vá aumentando gradativamente o ritmo dos palmeados e dos sapateados. No momento das pausas, faça movimentos de mãos dadas, abrindo e fechando a roda. Retorne e faça palmeados e sapateados. 

  Sugestões de músicas de Catira no link abaixo: 

 http://palcomp3.com/CATIRABRASIL/ (Acessado em 11/05/2010) Professor(a), o nível de exigência da execução dos passos da dança deverá ser proposto de acordo com as experiências de movimentos dos(as) alunos(as). Todavia, a dança não apresenta passos difíceis de serem executados, possibilitando que todos executem os movimentos básicos. Nesse caso, você poderá aumentar o nível de dificuldade no decorrer da proposta. Atividade 3: Deslocando-se no espaço Duração: aproximadamente 25 minutos.

 Recursos: Músicas de Catira e Vídeo de recurso para o professor

http://www.youtube.com/watch?v=UJ2R7zu2uGo&feature=related (Acessado em 11/05/2010) Descrição: Professor(a), na catira alguns “intervalos” do ritmo da viola podem ser executados com passos, ao longo do espaço onde se dança a catira. 

Os grupos mais tradicionais de catira executam a maioria dos movimentos de sapateados e de palmeados da dança no lugar. Todavia, nada impede que sejam criadas coreografias mais elaboradas na dança. Neste aspecto, sugiro o vídeo acima, que traz algumas execuções de deslocamento, podendo servir de auxílio para você na elaboração da atividade. Frente a isso, proponha os seguintes movimentos para os(as) alunos(as): Deslocamento lateral: dois passos para um lado e dois passos para o outro (Referência no vídeo – 45’’). Pode ser feito deslocando-se para a frente e pela diagonal. Deslocamento na roda: passos seqüenciados (Referência no vídeo – 52’’) Deslocamento para frente: passos seqüenciados (Referência no vídeo – 1’03’’)

 http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=20172 Professor(a), o nível de exigência da execução dos passos da dança deverá ser proposto de acordo com as experiências de movimentos dos(as) alunos(as). Todavia, a dança não apresenta passos difíceis de serem executados, possibilitando que todos executem os movimentos básicos. 
Nesse caso, você poderá aumentar o nível de dificuldade no decorrer da proposta. Atividade 4: Dançando a Catira Duração: aproximadamente 20 minutos. 

  Recursos: Músicas de Catira Descrição: Nesta atividade, proponha uma coreografia junto com os(as) alunos(as). No ritmo da catira, execute palmeados e sapateados e deslocamentos. Professor(a), procure fazer diferentes formações coreográficas durante a dança, tais como filas, círculos, pares etc. Professor(a), o nível de exigência da execução dos passos da dança deverá ser proposto de acordo com as experiências de movimentos dos(as) alunos(as). Todavia, a dança não apresenta passos difíceis de serem executados, possibilitando que todos executem os movimentos básicos. Nesse caso, você poderá aumentar o nível de dificuldade no decorrer da proposta. 

  Possibilidades de Ampliação: Quanto ao Espaço: A aula pode ser executada em qualquer espaço, no entanto, é mais interessante se for realizada em uma sala com espelhos, auxiliando a visualização dos movimentos. Quanto ao Corpo do Colega: Criar movimentos de mãos dadas. Montar pequenos grupos para compartilharem as aprendizagens dos movimentos de palmeados, sapateados e deslocamentos. Quanto ao Material: Realizar filmagens das danças e utilizá-las em aulas posteriores. A aula poderá ser parte integrante de um possível projeto da Festa Junina na escola. Convidar algum grupo de catira ou violeiros para se apresentar na escola e/ou visitar algum espaço dedicado à temática.

  Recursos Complementares O site abaixo traz aspectos importantes a respeito da Catira que pode ser acessado pelo(a) professor(a), para enriquecer o conteúdo da aula.

 http://www.lucianoqueiroz.com/catira.htm (Acessado em 11/05/2010) 

  Avaliação Professor(a), no momento das atividades, faça as seguintes indagações: Os(As) alunos(as) estão envolvidos com o tema? Como destacam os movimentos e o ritmo da catira? Os alunos se interagem? Eles estão interessados, fazendo perguntas e colocando questões? Estão (re)criando os movimentos? Estão ensinando uns aos outros? Estão envolvidos? Conhecem a catira? Já vivenciaram em outros momentos? Relatam o que aprenderam? dentre outras. Ao final da aula, o(a) professor(a) realizará uma roda com os(as) alunos(as) e poderá discutir como foi sua proposta. 

Pergunte: O que aprenderam? Como foi realizar aprender os movimentos? Como foi conhecer os limites do seu corpo e do corpo do colega nos movimentos da dança? Peça sugestões para a aula posterior. 

Por fim, avalia sua aula, observando se os objetivos da aula foram alcançados e se os recursos utilizados atenderam os objetivos das atividades.


Catira do passarinho no you tube: https://youtu.be/waFpU0XbKho

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domingo, 24 de junho de 2018

RODA DE TAMBORES E DANÇAS

Participe com seu instrumento e a sua saia rodada, venha com flores no cabelo ou turbante! Tudo para celebrar a cultura de tradições!Esse encontro acontece sempre na semana de lua cheia no Quintal da Casa de Cultura.